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Perguntas frequentes

1. Como funciona a primeira sessão?

A primeira sessão é mais delicada e exploratória, dedicada a conhecer melhor as necessidades ou motivos que a trouxeram até aqui, compreender a sua história e definir em conjunto os objetivos do acompanhamento. É também uma oportunidade para esclarecer dúvidas sobre o processo terapêutico.

2. Com que frequência devo marcar sessões?

A frequência é ajustada caso a caso. No entanto, é aconselhável uma frequência semanal, principalmente no início do acompanhamento (exceto em Terapia de Casal e Familiar). O espaçamento entre consultas é definido consoante as necessidades d@ paciente.
Não trabalhamos com consultas mensais, salvo em casos muito excecionais. 

3. Posso interromper o processo quando quiser?

Sim. @ paciente pode interromper o processo em qualquer momento. Recomenda-se, no entanto, que a decisão seja falada em consulta, para que o término seja feito de forma refletida e cuidada.

4. Quais os métodos de pagamento disponíveis?

São aceites pagamentos através de transferência bancária, MbWay, Revolut ou numerário.

5. As consultas são comparticipadas por seguradoras ou subsistemas de saúde?

Não temos acordo com nenhuma seguradora ou subsistema de saúde. Em qualquer caso, é sempre emitida fatura-recibo para efeitos fiscais, dedutível em saúde no IRS. Também podem verificar com a vossa seguradora, em casos aplicáveis, se conseguem reembolsos de uma parte do valor da consulta.

6. Quanto tempo costuma durar um processo de psicoterapia?

Não existe uma resposta única. A duração depende das necessidades e do ritmo de cada pessoa. Pode ir de algumas sessões de orientação a processos mais longos de psicoterapia.

7. Existe lista de esperar para agendar consulta?

Atualmente não existe lista de espera, sendo possível agendar consulta num curto espaço de tempo. Neste momento, contamos com duas psicólogas para dar apoio aos pedidos. Sempre que possível, procuramos adaptar os horários às necessidades d@s pacientes.

8. Preciso de ter um diagnóstico ou estar a viver um trauma para procurar ajuda psicoterapêutica?

Não. A psicoterapia não serve apenas para momentos de crise ou sofrimento intenso. Muitas pessoas procuram acompanhamento para se conhecerem melhor, prevenir dificuldades futuras, melhorar relações, desenvolver competências pessoais ou simplesmente encontrar um espaço de reflexão e empatia, sem moralismo ou julgamento.

© 2025 por Eva Nogueira | Psicologia Clínica

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